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ESTRIAS BRANCAS OU VERMELHAS: VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

Quando o assunto é beleza, muitas mulheres sabem reconhecer as estrias e sentem-se incomodadas com os risquinhos na pele. Porém, nem todo mundo sabe diferenciar o tom de cada tipo de estria. As vermelhas são mais recentes, possuem um fluxo de sangue maior na região e possuem essa coloração porque ainda não se romperam todas as camadas da pele. As brancas estão no estágio seguinte e definitivo.

A empresária e micropigmentadora Vanessa Silveira explica que, no caso das estrias brancas, a circulação local já passa a ser deficitária e, por isso, são mais difíceis de tratar. “As  avermelhadas podem ser tratadas, mas as brancas, embora sejam mais difíceis, também têm uma melhora considerável. O que vai determinar se a melhora será intensa ou não é a produção de colágeno no organismo. Por isto recomendamos que a cliente tome colágeno durante todo o tratamento de micropuntura”, acrescenta.

As estrias são classificadas como:

Vermelhas: chamadas estrias recentes. Normalmente, na sua fase inicial, as estrias apresentam-se avermelhadas ou arroxeadas e gradativamente assumem uma coloração esbranquiçada. Também podem ser precedidas de prurido no local de aparecimento.

Brancas: são estrias antigas, que já não apresentam reação inflamatória.

Atróficas: apresentam-se deprimidas em relação à superfície da pele.

Hipertróficas: fazem relevo com relação à superfície da pele.

As estrias, normalmente, acometem a face lateral dos quadris e das coxas, mas também podem surgir na região lombar. “Durante a gestação, as estrias costumam se distribuir pelo abdômen, circundando a cicatriz umbilical, além de acometer a região glútea, coxas e flancos”, afirma a especialista. No entanto, tudo isso é intensificado quando a gestante ganha peso excessivo.

Aliás, o sobrepeso e a obesidade estão diretamente associados ao aparecimento de estrias. “Isso acontece devido às alterações hormonais e a distensão da pele, bastante comuns neste estado”, diz Vanessa.

Como tratar

Segundo a especialista, o tratamento das estrias não é simples, afinal ainda não existe nenhum método capaz de resolvê-las definitivamente, apesar de cada vez mais dispormos de tratamentos capazes de atenuar o problema. Um desses métodos é a puntopigmentação, uma técnica desenvolvida pela micropigmentadora e exclusiva do Instituto Vanessa Silveira. Com ela é possível reduzir as estrias em até 90% por meio da estimulação de colágeno na região. Ele leva em média 3 sessões de  1 hora para sua realização por região, sendo considerado semipermanente por ter alta estabilidade.

“O procedimento consiste na recuperação das fibras do colágeno que estão desfeitas na estria, se houver necessidade a pele será colorida. Mas, na maioria dos casos, cerca de 90% da recuperação da pele se dá apenas com a estimulação e aplicação de produtos. E ela se dá de forma definitiva”, explica Vanessa.

A tinta aplicada na pele dura de 9 meses a 2 anos, mas isso depende de alguns hábitos pessoais, como, por exemplo, o uso de cremes com ácidos, excesso de sol, frequência em piscinas – o que pode diminuir consideravelmente a durabilidade do pigmento, além disso, para preservar o presença do pigmento há a necessidade do cumprimento das instruções do pós-procedimento, conforme as instruções detalhadas, fornecidas pelo profissional, após a execução do procedimento.

Os pigmentos utilizados são corantes praticamente atóxicos, garante a especialista, e feitos à base de glicerina. Mas ela alerta: o procedimento não deve ser realizado em pessoas de pele negra, pois podem causar hiperpigmentação. “Outro cuidado é com o anestésico, que deve ser utilizado. A Lidocaína 5%, de uso externo e local, deve ser aplicado aproximadamente 40 minutos antes da chegada ao Instituto, mas é comprada facilmente em farmácia”, adverte.

Fonte – empresária e micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em micropuntura Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

 

 

ENTRE NO VERÃO SEM ESTRIAS: TÉCNICA DE MICROPUNTURA RETIRA AS INDESAJÁVEIS MARCAS

As estrias são um dos problemas que mais atingem e preocupam as mulheres. A estria surge quando a pele é estirada excessivamente e ultrapassa a sua capacidade de distensão. E as áreas que costumam ser mais atingidas pelo problema são bumbum, seios e barriga. Existem cosméticos e tratamentos estéticos que ajudam a tratar o problema, mas algo que vem conquistando o público feminino é a técnica de camuflagem visa tratar das estrias. “A técnica é um método de pigmentação que visa cobrir cicatrizes, tatuagens, manchas claras e imperfeições da pele, tem um resultado muito satisfatório”, ressalta a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestre em micropuntura Fio a Fio 3D, formada pela Long time Liner- Contore Make Up, em Munique, Alemanha.

Segundo ela, a micropuntura para camuflar estrias está ganhando, cada vez mais, espaço entre o público feminino. Afinal, o procedimento é uma alternativa muito eficaz, sem dor e sem efeitos colaterais. Além disso, segundo a especialista, a técnica usada em estrias deve ser aplicada com muito cuidado. “O profissional deve conhecer bem os fototipos de pele, e a  melanina e a colorimetria dos pigmentos utilizados”, reforça.

Vanessa explica que, por este motivo, o procedimento costuma ser realizado em duas etapas. “Inicialmente, o local é pigmentado em um tom neutralizante  , conforme o tipo das estrias o resultado já surpreende nesta fase, a cliente que submete-se ao procedimento e, depois dessa fase, a técnica passa a camuflar a região com o tom de pele da paciente. Dessa forma, o branco da estria não aparece, disfarçando totalmente a cicatriz”, comenta. De acordo com a especialista, a micropuntura pode disfarçar todo tipo de estria e em qualquer lugar do corpo, mesmo com a pele bronzeada.

“A micropuntura vai além do efeito estético e da praticidade, pois em muitos casos, resgata a feminilidade e a autoestima”, avalia Vanessa. Vale destacar que o uso de material de qualidade (pigmentos, dermógrafo, agulha), associado ao profissionalismo e bom senso estético do micropigmentador são condições relevantes para o sucesso do procedimento.

Fonte- Micropigmentadora Vanessa Silveira, mestre em micropuntura Fio a Fio 3D, formada pela Long time Liner- Contore Make Up, em Munique, Alemanha

 

 

 

DESCUBRA COMO CAMUFLAR AS ESTRIAS POR MEIO DA PUNTOPIGMENTAÇÃO 

Fazer uso de hidratantes com corantes ajudam a disfarçar as estrias, marcas que surgem devido à ruptura das fibras de colágeno, podendo atingir principalmente bumbum, seios e barriga. Ainda assim, tais medidas não são suficientes para se livrar do problema, pois as estrias não são fáceis de serem tratadas. O mercado disponibiliza diversos tratamentos para minimizar essas marquinhas que comprometem o visual, foi pensando nisto que Vanessa Silveira, mestra em micropuntura Fio a Fio 3D e diretora do Instituto Vanessa Silveira, desenvolveu e criou a PUNTOPIGMENTAÇÃO DE ESTRIAS, a técnica promete além de atenuar as estrias proporcionando uma pele mais lisinha também pigmenta os tons avermelhados e esbranquiçados do que restou das estrias após o primeiro tratamento, trazendo um resultado surpreendente a quem se submete ao processo. A camuflagem com micropuntura é uma técnica inovadora e ótima opção para quem deseja disfarçar o problema, mas ela somente não trazia o resultado que as clientes buscavam, por isto Vanessa Silveira ousou e criou uma técnica aliando 2 técnicas resultando no desaparecimento das estrias muitas vezes chegando aos 90% . “A micropuntura estimula o processo de circulação nas estrias, e volta do colágeno. Além disso, visa camuflar cicatrizes, tatuagens, manchas claras e imperfeições garantindo excelentes resultados à pele”, explica.

Por isso, quem busca se livrar das estrias deve apostar na PUNTOPIGMENTAÇÃO DE ESTRIAS o quanto antes, afinal a técnica melhora a aparência da pele nas primeiras sessões. “Muitas mulheres têm aderido ao tratamento por ser uma alternativa eficaz, que não causa dor ou efeitos colaterais”, destaca Vanessa.

Dê um fim às cicatrizes

Basta que a pele se rompa para as bordas cicatrizarem e formarem uma linha deprimida na superfície, dando origem às estrias. Este problema pode atingir qualquer parte do corpo e, no verão incomoda ainda mais, já que as roupas curtas e o biquíni revelam o problema. Além disso, o bronzeado faz com que as estrias brancas se destaquem ainda mais. No entanto, esse incômodo pode ser contornado com a PUNTOPIGMENTAÇÃO. “A técnica utiliza primeiramente a micropuntura para atenuar o problema e depois um pigmento próprio de acordo com cada tom de pele para conseguir atingir um aspecto bem natural. Primeiro é feito um tratamento de micropuntura na região, logo após, o pigmento da cor da pele fazendo com que a estria seja totalmente disfarçada”, afirma a especialista. O resultado surpreende, pois as estrias perdem a profundidade e a largura com a micropuntura  e o que sobra, colorimos na cor da pele, muitos casos não há necessidade da coloração, somente com o tratamento da micropuntura as estrias são desfeitas.

O procedimento consiste em duas etapas: o local é anestesiado com lidocaína tópica (anestesia sem efeitos colaterais) e, na sequencia, a pele deve permanecer em repouso por meia hora. Depois a agulha utilizada para fazer a micropuntura pode ser introduzida na pele. “A agulha e um líquido, que a Vanessa ainda não revela, pois diz ser segredo de seu Instituto,  irá estimular o local e acentuar a regeneração do tecido, fazendo com que a produção de fibras aumente na região, o aspecto muda totalmente, as estrias ficam da grossura de uma linha, os melhores resultados são em pessoas brancas”, ressalta Vanessa.

A técnica pode ser realizada em qualquer região do corpo e os resultados continuam após a pele ficar bronzeada. A aplicação não oferece riscos profundos à pele, pois atinge apenas a primeira camada, a derme. Após o procedimento, alguns cuidados são essenciais, e a especialista dá os detalhes: “Uma casquinha vai se formar na região e, aos poucos, vai se soltando naturalmente. Tome cuidado na semana em que estiver fazendo o tratamento para logo após não forçar a retirada dessa casca, pois se isso acontecer, o pigmento também sai. O uso do cicatrizante umectante e essencial, sem eles os resultados não tem o mesmo sucesso! Além disso, ao entrar em contato com o sol, é fundamental aplicar protetor solar, mar e piscina são totalmente proibidos durante o tratamento”, mas ressalta.

Além disso, Vanessa recomenda não ingerir frutos do mar, fazer a higienização local com delicadeza, aplicar creme cicatrizante e evitar traumas na hora de vestir a roupa para evitar uma infecção local, isto somente por 15 dias” Depois vida normal e feliz com uma redução de suas estrias que variam de 70 a 90%.

Fonte – Micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em micropuntura Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira. www.vanessasilveira.com.br

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