Micropigmentação de Manchas e Cicatrizes

 

MICROPIGMENTAÇÃO CAMUFLA CICATRIZES DE TRANSPLANTE DE CABELO 

A queda de cabelo ainda é um incômodo na vida de muitos homens e mulheres, mesmo antes dos 50 anos, muitos recorrem ao transplante capilar para combater a calvície, resgatar a autoestima e, de quebra, parecer um pouco mais jovens. Ainda assim, o implante de cabelo tem suas desvantagens, como cicatrizes que podem ser visíveis e pouco estéticas. Mas uma boa notícia é que já é possível camuflar esse problema com técnicas da micropigmentação do couro cabeludo.

As cicatrizes remanescentes da cirurgia de transplante de cabelo são lineares e ficam nas laterais e na parte posterior da cabeça. Elas estão presentes, principalmente, quando se usa a técnica clássica de implante capilar, a folicular, na qual é removido um segmento do couro cabeludo de 1 cm de largura por 20 cm de comprimento. “Às vezes são até cicatrizes discretas, mas se o homem, por exemplo, quiser raspar a cabeça, a marca vai ficar visível e ele pode incomodar. Com a técnica de micropigmentação do couro cabeludo, se disfarça tão bem a cicatriz que nem parece que se passou por uma cirurgia de transplante de cabelo”, promete a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

Como funciona a técnica?

A micropigmentação disfarça a cicatriz e preenche os pelos escassos ponto a ponto, ou, para aqueles com fios ainda compridos, a técnica promete camuflar o fundo dando um aspecto natural, trazendo um resultado muito satisfatório. “A micropigmentação capilar consiste na reprodução de folículos de cabelo por meio de agulhas e de pigmentos. Durante a sessão é feito um traçado no couro cabeludo fio a fio em 3D de acordo com o tom de cabelo do cliente. Após concluir a implantação de pigmentos, é possível notar um aspecto de cabeça raspada”, explica.

Também chamada de paramédica, a técnica de micropigmentação que camufla as cicatrizes é um procedimento cirúrgico-estético, baseado na introdução de pigmentos não-alergênicos na pele. É realizada sob anestesia local e não causa dor. A aplicação é relativamente rápida, mas leva algumas horas e são necessárias algumas sessões, e o processo de cicatrização dura em média 30 dias. É importante que, neste período de recuperação, o cliente utilize uma pomada cicatrizante e não tome sol, banho de mar ou piscina. “O mais importante é que técnica seja feita por um profissional para evitar maiores desconfortos”, destaca Vanessa Silveira.

Portadores de diabete, pessoas alérgicas a substâncias e hemofílicos devem procurar um médico antes de optar pela micropigmentação. “No caso de pessoas portadoras de diabetes, elas precisam se tratar antes de fazer a micropigmentação para garantir um resultado duradouro”, recomenda Vanessa Silveira.

Fonte – Micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

 

 

 

MICROPIGMENTAÇÃO AJUDA A DISFARÇAR MANCHAS DE PELE

Às vezes elas são até charmosas, que o digam as ruivas, mas a maioria das manchas que encontramos na pele é mesmo fruto de maus hábitos, abusos na exposição ao sol e falta de fotoproteção. E elas tendem a ser bem visíveis depois dos 50 anos, quando a pele se apresenta mais fina, seca e flácida. Hoje em dia já é possível, no entanto, disfarçar os sinais dos tempos com a micropigmentação.

A técnica, mais frequentemente utilizada para a maquiagem permanente, utiliza o procedimento da micropigmentação paramédica para camuflar manchas sardas brancas, manchas senis e manchas acrômicas – principalmente vitiligo. Ela permite disfarçar a diferença de tons da pele através de pigmentos no tom o mais próximo possível da pele do paciente. Segundo a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D e diretora do Instituto Vanessa Silveira, é utilizada a técnica de camuflagem, que consiste na aplicação de pigmentos com o propósito de alcançar a harmonia da coloração dos tecidos. “Este método é bastante eficaz em casos de manchas ou cicatrizes brancas e mamilos de coloração desigual. Ele suaviza o contraste entre as manchas e o tecido ao redor e o resultado é a harmonia da coloração da pele”, diz.

O procedimento para a realização da micropigmentação corretiva não é muito diferente da estética. O profissional, com especialização em correção de cicatrizes e manchas, deverá, no entanto, ter bastante atenção na escolha da cor do pigmento que mais se aproxima da pele do cliente para fazer a cobertura da área. Vanessa Silveira explica que esses casos demandam uma avaliação cuidadosa e selecionada, devido à dificuldade para obter a exata tonalidade de pele. Por esse motivo necessita-se do teste de cor.

“O resultado fica bem natural, mas algumas áreas respondem melhor que outras. Em juntas de dedos, cotovelo e tornozelo, por exemplo, tendem a não ser tão bons os resultados quanto áreas lisas, como braço, pernas ou mesmo rosto, pois estas áreas possuem maior dificuldade de pigmentação”, explica a especialista.

A camuflagem de vitiligo também exige mais cuidados. Quem usa medicamento para a doença deve suspender o seu uso pelo menos trinta dias antes de se submeter ao procedimento. Além disso, para que seja feita a dermopigmentação nestes casos, o vitiligo tem que estar estacionado, ou seja, a pessoa tem que estar com as lesões estabilizadas por seis meses. “Os resultados são visíveis já na primeira aplicação. As manchas brancas são totalmente preenchidas, garantindo uma melhor aparência e devolvendo a autoestima dos clientes”, garante Vanessa.

Saiba mais sobre os tipos de manchas que a micropigmentação camufla:

Melanoses Solares - Também chamadas de manchas senis, são marquinhas escuras, de coloração castanho a marrom, geralmente pequeninas, mas que podem chegar a alguns centímetros de tamanho. Elas surgem apenas nas áreas que ficam muito expostas ao sol, como o rosto, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros. São mais frequentes em pessoas de pele clara.

Sardas Brancas - A leucodermia gutata, doença conhecida popularmente como sarda branca, é caracterizada por manchas claras, com tamanhos que variam de 1 a 5 milímetros, e que surgem principalmente nas pernas e braços. Esta lesão é causada pela ação cumulativa da radiação solar sobre áreas de pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida, provocando alterações nos melanócitos, que deixam de produzir a melanina de forma normal, se mostrando em nossa pele, como manchinhas brancas. Pode também ser causada por traumas, machucados ou queimaduras.

Vitiligo - É uma reação cutânea adquirida, idiopática, caracterizada por máculas branco-nacaradas de diferentes tamanhos e formas com tendência a aumentar centrifugamente de tamanho. Pode acometer todas as raças, ambos os sexos e aparecer em qualquer idade, com média de aparecimento ao redor dos 20 anos. O vitiligo atinge de 0,5 a 2% da população mundial. As mulheres são geralmente mais acometidas do que os homens, porém os estudos mais recentes sugerem prevalência igual para ambos os sexos.

Fonte – micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

 

 

 

MAIS QUE ESTÉTICA: DERMOPIGMENTAÇÃO AUXILIA MÉDICOS EM REPAROS PÓS CIRÚRGICOS

 Embora, hoje em dia, a maioria das pessoas conheça a micropigmentação como tratamento estético, foi na área médica que as primeiras aplicações dessa técnica foram realizadas. Também chamada de dermopigmentação, o procedimento não só se limita a aperfeiçoar as feições do rosto, mas tem outras utilizações conhecidas como Aplicações Paramédicas ou técnicas complementares à cirurgia estética e reparadora. Indicada na reconstrução de lábios leporinos e aréolas mamárias, e na camuflagem de cicatrizes, vitiligo, hipopigmentação do rosto ou do corpo, estrias, queimaduras e outros tipos de lesões, a micropigmentação paramédica tem se tornado cada vez mais aliada de médicos cirurgiões na complementação de seus trabalhos.

“Esse é um tipo de tratamento que realça e finaliza qualquer outro procedimento de estética dermatológica e cirúrgica. Ameniza não só os desconfortos estéticos, mas também faz com que o paciente perca a marca da doença e se sinta mais confiante”, conta a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

Cada vez mais difundida no Brasil, infelizmente o país ainda tem pouquíssimos profissionais aptos a atender na área paramédica. Pensando nisso, o Instituto Vanessa Silveira abre, a partir de maio, sua primeira turma do curso de Paramédico em Micropigmentação. Voltado para micropigmentadores e demais profissionais da área de saúde, o curso apresenta técnicas, colorimetria e demais detalhes dos procedimentos complementares à cirurgia plástica ou a tratamentos cosméticos para áreas atingidas por pequenas lesões. “O curso é focado em puntopigmentação de estrias, vitiligo, manchas brancas na pele, aréola de seios e cicatrizes. E, ao contrário de outros cursos, o nosso treinamento será realizado em modelos reais”, avisa a micropigmentadora.

Puntopigmentação de Estrias: exclusividade do Instituto Vanessa Silveira

Quem fizer o curso, terá a oportunidade de aprender uma técnica inovadora para atenuar as estrias. Desenvolvida pela própria micropigmentadora Vanessa Silveira, e oferecido exclusivamente em seu instituto, a técnica de Puntopigmentação de Estrias proporciona uma pele mais lisinha e pigmenta os tons avermelhados e esbranquiçados do que restou das estrias após o primeiro tratamento, trazendo um resultado surpreendente a quem se submete ao processo.

“A camuflagem com micropigmentação é uma ótima opção para quem deseja disfarçar o problema, mas ela somente não trazia o resultado que as clientes buscavam, por isto criei uma técnica aliando duas técnicas. O resultado chega a 90% de desaparecimento das estrias”, promete.

A técnica utiliza primeiramente a micropuntura para atenuar o problema e depois um pigmento próprio, de acordo com cada tom de pele, para conseguir atingir um aspecto bem natural. O resultado surpreende: as estrias perdem a profundidade e a largura com a micropuntura  e, se necessário, o que sobra é colorido na cor da pele.

Origem

Foi nos Estados Unidos, em 1853, que o primeiro médico utilizou como apoio as técnicas de micropigmentação. Conhecido como Dr. Pauly, foi ele o pioneiro da micropigmentação paramédica ao utilizar a técnica no tratamento de nevo congênito, produzindo uma coloração cor púrpura. A ideia se expandiu e, anos mais tarde, em 1858, o Dr. Schuh também utilizou as técnicas de camuflagem em pacientes vítimas de queimaduras. Vinte e um anos depois, em 1879, Dr. DeWicker realizou um feito ainda mais ousado: usou pigmento preto (originado da Índia, à base carbono) para camuflar lesões e cicatrizes de glaucomas na córnea.

Desde então, o uso da micropigmentação na área médica só evoluiu, até que, em 1940, passou também a ser utilizada na cirurgia plástica para camuflagens em geral. Mas foi só a partir de 1987, nos Estados Unidos, que a prática foi autorizada a deixar de ser um recurso apenas médico, para tornar-se uma prática também da área da estética.

Fonte – micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

 

 

 

MICROPIGMENTAÇÃO PARAMÉDICA:

TÉCNICA DEVOLVE AUTOESTIMA DE QUEM PASSOU POR TRAUMAS

Mais do que um procedimento estético, a micropigmentação também pode ser uma auxiliar da medicina. A técnica é capaz de camuflar desde pequenas manchas acrômicas (sem cor), passando pelo vitiligo (já estacionado), marcas de cicatrizes cirúrgicas ou de acidente e alopecia. A aplicação mais famosa é a de restauração da aréola mamária. Embora existam muitos métodos estéticos que reconstroem a mama, muitos cirurgiões indicam a micropigmentação por ser mais eficaz e por oferecer menos traumas à paciente.

Autoestima Recuperada

A maioria das mulheres que recorrem à micropigmentação paramédica são aquelas que passaram por uma mastectomia, procedimento cirúrgico que consiste na retirada total ou parcial da mama. Geralmente, elas já se submeteram à cirurgia de implante de próteses de silicone e recorrem a este método para obter a simetria da aréola mamária. “Os resultados pós-cirúrgicos tem como um dos principais objetivos promover a satisfação da paciente e fazê-la voltar a se sentir mais uma vez de bem consigo mesma”, diz a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

Além das melhorias na região mamária, a micropigmentação paramédica também pode camuflar cicatrizes provindas de outras cirurgias e dermopatologias, como vitiligo. “Nesse caso, requer uma avaliação cuidadosa e selecionada do caso, devido à dificuldade para obter a exata tonalidade de pele. Por esse motivo necessita-se do teste de cor”, explica a micropigmentadora.

Nos procedimentos que apresentam Alopecia (perda de pelo) de couro cabeludo e nos quais tenha sido efetuado o transplante capilar, a micropigmentação tem mostrado ser um procedimento complementar aos enxertos, pigmentando a superfície cutânea com a intenção de camuflar as regiões com cicatrizes dando uma aparência de maior densidade pilosa.

Cuidados são essenciais

Por se tratar de um procedimento bem delicado, requisitar um profissional experiente nessa área é essencial para garantir bons resultados. A técnica também requer que alguns cuidados sejam levados em conta para uma recuperação eficaz, com o objetivo de favorecer a cicatrização natural. “Esse é um procedimento que trata uma região superficial e sensível, comportamentos como esfregar e coçar, nadar em mar ou piscina e banhos de água quente devem ser evitados”, alerta Vanessa. 

Fonte – micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira

 

 

 

MAIS QUE ESTÉTICA: DERMOPIGMENTAÇÃO AUXILIA MÉDICOS EM REPAROS PÓS CIRÚRGICOS

Embora, hoje em dia, a maioria das pessoas conheça a micropigmentação como tratamento estético, foi na área médica que as primeiras aplicações dessa técnica foram realizadas. Também chamada de dermopigmentação, o procedimento não só se limita a aperfeiçoar as feições do rosto, mas tem outras utilizações conhecidas como Aplicações Paramédicas ou técnicas complementares à cirurgia estética e reparadora. Indicada na reconstrução de lábios leporinos e aréolas mamárias, e na camuflagem de cicatrizes, vitiligo, hipopigmentação do rosto ou do corpo, estrias, queimaduras e outros tipos de lesões, a micropigmentação paramédica tem se tornado cada vez mais aliada de médicos cirurgiões na complementação de seus trabalhos.

“Esse é um tipo de tratamento que realça e finaliza qualquer outro procedimento de estética dermatológica e cirúrgica. Ameniza não só os desconfortos estéticos, mas também faz com que o paciente perca a marca da doença e se sinta mais confiante”, conta a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

Cada vez mais difundida no Brasil, infelizmente o país ainda tem pouquíssimos profissionais aptos a atender na área paramédica. Pensando nisso, o Instituto Vanessa Silveira abre, a partir de maio, sua primeira turma do curso de Paramédico em Micropigmentação. Voltado para micropigmentadores e demais profissionais da área de saúde, o curso apresenta técnicas, colorimetria e demais detalhes dos procedimentos complementares à cirurgia plástica ou a tratamentos cosméticos para áreas atingidas por pequenas lesões. “O curso é focado em puntopigmentação de estrias, vitiligo, manchas brancas na pele, aréola de seios e cicatrizes. E, ao contrário de outros cursos, o nosso treinamento será realizado em modelos reais”, avisa a micropigmentadora.

Puntopigmentação de Estrias: exclusividade do Instituto Vanessa Silveira

Quem fizer o curso, terá a oportunidade de aprender uma técnica inovadora para atenuar as estrias. Desenvolvida pela própria micropigmentadora Vanessa Silveira, e oferecido exclusivamente em seu instituto, a técnica de Puntopigmentação de Estrias proporciona uma pele mais lisinha e pigmenta os tons avermelhados e esbranquiçados do que restou das estrias após o primeiro tratamento, trazendo um resultado surpreendente a quem se submete ao processo.

“A camuflagem com micropigmentação é uma ótima opção para quem deseja disfarçar o problema, mas ela somente não trazia o resultado que as clientes buscavam, por isto criei uma técnica aliando duas técnicas. O resultado chega a 90% de desaparecimento das estrias”, promete.

A técnica utiliza primeiramente a micropuntura para atenuar o problema e depois um pigmento próprio, de acordo com cada tom de pele, para conseguir atingir um aspecto bem natural. O resultado surpreende: as estrias perdem a profundidade e a largura com a micropuntura  e, se necessário, o que sobra é colorido na cor da pele.

Origem

Foi nos Estados Unidos, em 1853, que o primeiro médico utilizou como apoio as técnicas de micropigmentação. Conhecido como Dr. Pauly, foi ele o pioneiro da micropigmentação paramédica ao utilizar a técnica no tratamento de nevo congênito, produzindo uma coloração cor púrpura. A ideia se expandiu e, anos mais tarde, em 1858, o Dr. Schuh também utilizou as técnicas de camuflagem em pacientes vítimas de queimaduras. Vinte e um anos depois, em 1879, Dr. DeWicker realizou um feito ainda mais ousado: usou pigmento preto (originado da Índia, à base carbono) para camuflar lesões e cicatrizes de glaucomas na córnea.

Desde então, o uso da micropigmentação na área médica só evoluiu, até que, em 1940, passou também a ser utilizada na cirurgia plástica para camuflagens em geral. Mas foi só a partir de 1987, nos Estados Unidos, que a prática foi autorizada a deixar de ser um recurso apenas médico, para tornar-se uma prática também da área da estética.

Fonte – micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira. 

 

 

 

DESCUBRA COMO CAMUFLAR AS CICATRIZES PÓS-OPERAÇÃO

A micropigmentação é bastante conhecida na área estética para corrigir falhas nas sobrancelhas e realçar o contorno dos lábios, por exemplo. Mas a técnica também oferece uma proposta paramédica, ou seja, pode ser uma alternativa eficaz para camuflar qualquer tipo de cicatriz. “O melhor resultado pode ser obtido em cicatrizes que estão com o pigmento mais claro do que a pele”, explica a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micropigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

Segundo a especialista, o procedimento trabalha com o intuito de atingir tons mais escuros, igualando o tom da cicatriz à pele e disfarçando o problema. E, atualmente, as mulheres têm recorrido à técnica com mais frequência, em especial, para camuflar cicatrizes de cirurgias nos seios.

“A técnica prevê o depósito de pigmentos na pele com o objetivo de camuflar as cicatrizes utilizando um tom próximo ao da pele da paciente para conseguir atingir um aspecto bem natural”, diz Vanessa. Ela acrescenta que, inicialmente, a área a ser camuflada é neutralizada e após o resultado, inicia-se o depósito de cor de acordo com a reação da pele a ser tratada.

A especialista garante que o procedimento é praticamente indolor e, nas pacientes mais sensíveis, é possível aplicar um anestésico tópico evitando assim qualquer tipo de desconforto. De acordo com Vanessa, o tempo do procedimento vai depender da extensão da cicatriz. No entanto, a durabilidade deste procedimento pode chegar a cinco anos.

Após o término da micropigmentação, a paciente é orientada a aplicar no local tratado um creme cicatrizante e umectante. Além disso, Vanessa também faz uma lista de recomendações que merecem ser seguidas para garantir a durabilidade do procedimento, confira:

•    Procure evitar a exposição solar nos primeiros 30 dias;

•    Evite frequentar praia e piscina na primeira semana;

•    Não aplique na região micropigmentada cremes compostos de ácido;

•    Não arranque a casquinha que vai ser formar, o correto é deixá-la cair naturalmente;

•    Não consuma frutos do mar;

•    Procure lavar a região com soro fisiológico ou água boricada nas primeiras 24 horas;

Fonte- Micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em Micorpigmentação Fio a Fio 3D, diretora do Instituto Vanessa Silveira.

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